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O INSTITUTO
O Instituto Lugares nasceu com o propósito de apoiar governos, instituições e organizações na elaboração de planejamentos estratégicos, sempre de forma participativa entre consultores seniores e gestores, na busca das estratégias no que chamamos de ponto ótimo de soluções para aquele cenário, considerando a especificidade do negócio, as potencialidades que o grupo tem para eliminar ao máximo as cegueiras do momento e enxergar o que está por vir – entendendo que ninguém tem condições de predizer o futuro.
Insistimos que tal apoio está inserido no contexto da necessidade de planejamento de qualquer organização, seja ela pública ou privada, e considerando a complexidade de um momento em que o mundo e as organizações estão passando por profundas transformações, e que a velocidade – em função da necessidade da entrega de produtos e serviços – é cada vez mais rápida e dinâmica, juntamente com a necessidade de mobilização e atuação coordenada dos segmentos com os quais cada setor se relaciona, para dar conta desse cenário que está colocado.
Por que, afinal, Lugares?
A abrangência e o alcance que o termo Lugares pode nos levar é tão amplo e ao mesmo tempo tão significativo, que nos cabe fazer alguns recortes – um em especial: o filosófico. E mesmo sabendo que não iremos aprofundar nos diversos significados que o termo possa nos remeter, e sendo propositadamente reducionista simplesmente porque não é nosso objetivo estabelecer um tratado filosófico, nos apoiamos nos lugares aristotélicos bebidos na fonte do extraordinário Dicionário de Filosofia, de Nicola Abbagnano, onde L “são os objetos dos raciocínios dialéticos e retóricos, assuntos comuns à ética, à política, à física e a muitas outras disciplinas” – o que podemos interpretar como lugares comuns. Mas sabendo que também existem os lugares especiais ou próprios.
Chamamos lugares comuns as verdades aceitas e que acabam por formar a base do nosso pensamento, dos nossos argumentos e que nos orientam a fazer as escolhas que fazemos no nosso dia a dia. Esses lugares não têm objeto específico e podem ser aplicados a qualquer tipo de argumentação, por isso não aumentam o conhecimento das coisas. Já os lugares próprios especialmente se utilizam de proposições oportunamente escolhidas e contribuem para o conhecimento das ciências especiais.
Obviamente que não poderíamos deixar de trazer o conceito que vem da geografia, afinal é ele que nos ocorre quase que instantaneamente: lugares é a porção do espaço geográfico dotada de significados particulares e as relações humanas com esses espaços.

